Difference between pages "Install/pt-br/Partitioning" and "Install/fr/Kernel"

< Install(Difference between pages)
(Preparation)
 
(Mise en place du noyau)
 
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=== Configuration et mise en place du noyau ===
  
===Particionamento===
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Aucun système Funtoo Linux ne peut fonctionner sans noyau. C'est le cœur du système, son moteur. Le chargeur d'amorçage interpelle ce dernier lors du démarrage. Le noyau sert d'interface entre les composants matériels et il permet l'exécution des différentes applications installées.
  
=== Prepare o Disco Rígido ===
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Le noyau se doit d'être convenablement configuré afin de prendre en charge les unités de disque, les systèmes de fichiers, les cartes réseau, etc... Les utilisateurs expérimentés de Linux ont la possibilité de choisir un noyau à installer, le configurer et le mettre en place. En fait, c'est la façon traditionnelle d'installer un noyau quand on met en place un système bâti à partir de sources, un système tel Funtoo Linux.
  
==== Introdução ====
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Funtoo Linux a pris en considération les utilisateurs moins expérimentés, voire débutants. C'est pourquoi Funtoo Linux met à la disposition de tous un noyau de type universel. Il s'agit d'un paquet constitué de «ebuilds» qui génèrent automatiquement les modules et le fichier «initramfs» garantissant ainsi un démarrage sans faille et un système capable de conjuguer avec tous les composants matériels. Voyons comment réaliser ceci en toute simplicité et le plus facilement possible.
  
Em tempos remotos, só havia um jeito de inicializar (boot)o computador compatível com a arquitetura PC. Todos os nossos desktops e servidores tinham uma BIOS padrão, todos os nossos hard drives utilizavam Master Boot Records, e eram particionados utilizando esquema de partição MBR. E nós gostávamos disso daquele jeito mesmo!
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==== Les ensembles de paquets ====
  
Então, depois veio os EFI e UEFI, que são firmware em novo-estilo projetados para inicializar sistemas, junto as tabelas de partição GPT para suportar discos superiores à 2.2TB. Tudo repentino, nós tínhamos uma variedade de opções para inicializar os sistemas Linux, tornando o que uma vez era um método único de encaixe de tudo  (one-method-fits-all) aproximar-se á algo muito mais complexo.
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Nous avons abordé le concept des ensembles de paquets à la section[[Install/fr#Introduction_.C3.A0_Portage| Introduction à Portage]]. En plus de <code>world</code>, il y a aussi <code>system</code>. Cela nous permet donc de mettre le système à jour dans son entièreté avec <code>world</code> ou simplement une partie de celui-ci avec <code>system</code>. Ce dernier ensemble ne regroupe que les paquets formant le système de base.
  
Vamos parar por um momento para rever as opções de boot disponíveis para você. Esse pequeno Guia utiliza, e recomenda, o método da BIOS à moda antiga inicializando e usando um MBR. Funciona. Não há nada de errado com ele. Se seu disco é do tamanho de  2TB ou menor, ele não vai impedir que você use toda a capacidade do seu disco, também.
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Le concept des ensembles de paquets ne s'arrête pas là. Nous pouvons l'étendre à d'autres paquets en créant d'autres entités du même genre. Si nous voulons que le noyau ne soit pas mis à jour en même temps que tout le système, nous créons un ensemble que nous nommerons <code>kernel</code>. Le nom n'est pas arbitraire.
  
Mas, há alguns situações onde  o método da não é satisfatório. Se você obtiver um disco de tamando superior à 2TB, então partições MBR não o permitirão acessar todo o seu  armazenamento (storage). Então essa é uma rasão. Outra rasão é que há alguns então assim chamados  "PC" por aí afora que não suportam maias BIOS, e lhe força a utilizar o UEFI para inicializar. Então, sem compaixão pelas pessoas que se enquadram nessa situação, esse Guia de Instalação documenta boot pelo UEFI também.
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==== L'ensemble Kernel ====
  
Nossa recomandação ainda é ir pela moda antiga a não ser  que tenha resão para não. Chamamos esse método  de método '''BIOS + GRUB (MBR)'''. Esse é o método tradicional de configurar um PC para inicilizar o Linux.
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Pour créer cet ensemble, nous exécutons les commandes suivantes:
 
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Se você precisa usar UEFI para inicilizar, recomendamos não utillizar de maneira alguma o MBR para boot, já que alguns sistemas suportam as some UEFI, mas outros não. Ao inves disso, recomendamos utilizar o UEFI para inicializar o GRUB, que carregará o Linux. Referimos a esse método como o método '''UEFI + GRUB (GPT)'''.
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E sim, há ainda mais, alguns aos quais estão documentados na página [[Boot Methods]]. Nós costumavamos recomendar um étodo '''BIOS + GRUB (GPT)''', mas esse não tem consistentemente suporte em uma variedade de hardware.
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'''A grande pergunta é -- que método de boot eu devo usar?''' Aqui está como responder.
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;Princípio nº 1 - Moda antiga (Old School): Se você pode inicializar com confiavelmente o System Rescue CD e ele exibe um menu inicial azul claro, você está inializando o CD usando a BIOS, e provavelmente você pode assim inicilizar o Funtoo Linux ussando a BIOS. Então, vá pela moda antiga e use a boot da BIO, ''a não ser que'' você tenha alguma resão para usar UEFI, tal qual ter um disco do tamando superior a 2.2TB. Nesse caso, veja o segundo Princípio nº 2, já que seu sistema pode ter suporte também à  boot UEFI.
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;Princípio nº 2 - Moderno (New School): Se você pode confiavelmente inicilizar o System Rescue CD e ele te exibe um menu inicial preto e branco -- parabens, seu sistema é configurado para suportar o boot via UEFI. Isso significa que você está pronto para instalar o install Funtoo Linux para inicializá-lo via UEFI. Seu sistema pode ainda ter suporte para inicilizar com a BIOS, mas  somente se for testado pela UEFI primeiro. Você pode dar uma bisbilhotada na sua configuração de boot pelo BIOS e brincar com isso.
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;Qual pe a Grande Diferença entra a Moda Antiga e a Moderna?: Aqui está a coisa. Se você for com as as partições MBR a moda antiga, sua partição <code>/boot</code> será um sistema de arquivos ext2, e você utilizará <code>fdisk</code> para criar suas partições MBR. Se você com as partições GPT e boot via UEFI, sua partição <code>/boot</code> será um sistema de arquivos vfat, por que isso é o que o UEFI é capaz de ler, e você utilizará <code>gdisk</code> para criar suas partiçẽos GP. E você instalará o GRUB um pouco diferente. É a respeito disso que tudo vem abaixo, em caso você estivesse curioso/a.
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{{Note|'''Algumas placas mãe pode aparentar suporte a UEFI, mas não suportam.''' Faça sua pesquisa. Por exemplo, O BIOS atribuído na minha Gigabyte GA-990FXA-UD7 rev 1.1 tem uma opção de abilitar o boot UEFI por CD/DVD. '''Isso não é o sufuciente para abilitar boot via UEFI pelo hard drives e instalar o Funtoo Linux.''' UEFI deve ter tanto para mídia removível (assim você pode inicializar o System Rescue CD utilizando o UEFI) quanto mídias fixas (assim você pode inicializar sua nova instalação do Funtoo Linux.) Revelá-se que revisões posteriores dessa placa (rev 3.0) tem um novo BIOS que suporta completamente o boot do UEFI.  Isso pode apontar para o terceiro princípio -- conheça teu hardware.}}
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==== Old-School (BIOS/MBR) Method ====
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{{Note|Use this method if you are booting using your BIOS, and if your System Rescue CD initial boot menu was light blue. If you're going to use the new-school method, [[#New-School (UEFI/GPT) Method|click here to jump down to UEFI/GPT.]]}}
+
 
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===== Preparaçaõ =====
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Primeito, é uma boa idea certificar-se de que encontrou o hard disk correto para particioná-lo. Try this command and verify that <code>/dev/sda</code> is the disk that you want to partition:
+
  
 
<console>
 
<console>
# ##i##fdisk -l /dev/sda
+
(chroot) # ##i##mkdir /etc/portage/sets
 
+
(chroot) # ##i##echo sys-kernel/debian-sources > /etc/portage/sets/kernel
Disk /dev/sda: 640.1 GB, 640135028736 bytes, 1250263728 sectors
+
Units = sectors of 1 * 512 = 512 bytes
+
Sector size (logical/physical): 512 bytes / 512 bytes
+
I/O size (minimum/optimal): 512 bytes / 512 bytes
+
Disk label type: gpt
+
 
+
 
+
#        Start          End    Size  Type            Name
+
1        2048  1250263694  596.2G  Linux filesyste Linux filesystem
+
 
</console>
 
</console>
  
Agora, é recomendado que você apague quaisquer tabelas de partição MBR ou GPT existente no disco, which could confuse the system's BIOS at boot time. We do this using <code>sgdisk</code>:
+
Maintenant indiquons à Portage que nous voulons créer un noyau «universel» et le fichier <code>initramfs</code>. Nous allons installer le noyau <code>debian-sources</code>. Afin que Portage construise le fichier <code>initramfs</code> en même temps qu'il bâtit le noyau, nous utilisons un USE flag conçu à cet effet. Il se nomme <code>binary</code>.
{{fancywarning|This will make any existing partitions inaccessible! You are '''strongly''' cautioned and advised to backup any critical data before proceeding.}}
+
  
 
<console>
 
<console>
# ##i##sgdisk --zap-all /dev/sda
+
(chroot) # ##i##install -d /etc/portage/package.use
 
+
(chroot) # ##i##echo "sys-kernel/debian-sources binary" >> /etc/portage/package.use/kernel
Creating new GPT entries.
+
GPT data structures destroyed! You may now partition the disk using fdisk or
+
other utilities.
+
 
</console>
 
</console>
  
This output is also nothing to worry about, as the command still succeded:
+
{{Note|Nous avons créé un répertoire <code>package.use</code> dans lequel nous avons déposé un fichier contenant le nom du paquet et son USE flag. Nous aurions pu le faire directement dans un fichier du même nom que le répertoire. Voir le manuel <code>man portage</code>.}}
  
<console>
+
Les USE flags sont des indicateurs qui nous donnent la possibilité de configurer les options de compilation d'un paquet selon nos besoins exacts. Vous vous familiariserez avec cette fonctionnalité au fur et à mesure que vous utiliserez Funtoo Linux. Le USE flag <code>binary</code> a été créé pour <code>debian-sources</code> ainsi que pour d'autres <code>ebuilds</code> de noyau afin que les nouveaux utilisateurs de Funtoo Linux  aient un système opérationnel le plus facilement possible.
***************************************************************
+
Found invalid GPT and valid MBR; converting MBR to GPT format
+
in memory.
+
***************************************************************
+
</console>
+
  
===== Partitioning =====
+
==== Mise en place du noyau ====
  
Now we will use <code>fdisk</code> to create the MBR partition table and partitions:
+
{{Note|Voir [[Funtoo Linux Kernels]] pour une liste complète des noyaux supportés par Funtoo Linux.  Nous recommandons <code>debian-sources</code> aux nouveaux utilisateurs.}}
  
<console>
+
{{Important|<code>debian-sources</code> compilé avec le USE flag <code>binary</code> requiert à tout le moins 14GB d'espace libre dans <code>/var/tmp</code> et prend environ 1 heure à être compilé et mis en place  quand la machine tourne sur un processeur Intel Core i7.}}
# ##i##fdisk /dev/sda
+
</console>
+
  
Within <code>fdisk</code>, follow these steps:
+
Installons le noyau:
 
+
'''Empty the partition table''':
+
  
 
<console>
 
<console>
Command (m for help): ##i##o ↵
+
(chroot) # ##i##emerge -1 @kernel
 
</console>
 
</console>
  
'''Create Partition 1''' (boot):
+
{{Important|Le paramètre <code>-1</code> fait en sorte que le paquet déclaré dans l'ensemble <code>kernel</code>, indiqué par <code>@kernel</code> sur la ligne de commande, ne se retrouvera pas dans l'ensemble <code>world</code>. Cela permet d'effectuer la mise à jour du noyau indépendamment des autres paquets constituant le système Funtoo Linux prévenant ainsi que le noyau soit mis à jour en même temps que le système.}}
  
<console>
+
La mise en place d'un noyau opérationnel et fonctionnel à l'aide du USE flag <code>binary</code> est à la fois simple et coûteux. C'est coûteux en terme de temps de compilation. Le noyau sera configuré pour soutenir toute la quincaillerie que Linux supporte. Cela prendra beaucoup de temps sur des machines lentes. C'est la raison pour laquelle il est important que la variable <code>MAKEOPTS</code> soit bien initialisée dans <code>/etc/portage/make.conf</code>. Voir la section [[#/etc/make.conf|/etc/make.conf]].
Command (m for help): ##i##n ↵
+
Partition type (default p): ##i##↵
+
Partition number (1-4, default 1): ##i##↵
+
First sector: ##i##↵
+
Last sector: ##i##+128M ↵
+
</console>
+
  
'''Create Partition 2''' (swap):
+
[[Category: Installation Guide Parts]]
 
+
<console>
+
Command (m for help): ##i##n ↵
+
Partition type (default p): ##i##↵
+
Partition number (2-4, default 2): ##i##↵
+
First sector: ##i##↵
+
Last sector: ##i##+2G ↵
+
Command (m for help): ##i##t ↵
+
Partition number (1,2, default 2): ##i## ↵
+
Hex code (type L to list all codes): ##i##82 ↵
+
</console>
+
 
+
'''Create the root partition:'''
+
 
+
<console>
+
Command (m for help): ##i##n ↵
+
Partition type (default p): ##i##↵
+
Partition number (3,4, default 3): ##i##↵
+
First sector: ##i##↵
+
Last sector: ##i##↵
+
</console>
+
 
+
'''Verify the partition table:'''
+
 
+
<console>
+
Command (m for help): ##i##p
+
 
+
Disk /dev/sda: 298.1 GiB, 320072933376 bytes, 625142448 sectors
+
Units: sectors of 1 * 512 = 512 bytes
+
Sector size (logical/physical): 512 bytes / 512 bytes
+
I/O size (minimum/optimal): 512 bytes / 512 bytes
+
Disklabel type: dos
+
Disk identifier: 0x82abc9a6
+
 
+
Device    Boot    Start      End    Blocks  Id System
+
/dev/sda1          2048    264191    131072  83 Linux
+
/dev/sda2        264192  4458495  2097152  82 Linux swap / Solaris
+
/dev/sda3        4458496 625142447 310341976  83 Linux
+
</console>
+
 
+
'''Write the parition table to disk:'''
+
 
+
<console>
+
Command (m for help): ##i##w
+
</console>
+
 
+
Your new MBR partition table will now be written to your system disk.
+
 
+
{{Note|You're done with partitioning! Now, jump over to [[#Creating filesystems|Creating filesystems]].}}
+
 
+
==== New-School (UEFI/GPT) Method ====
+
 
+
{{Note|Use this method if you are booting using UEFI, and if your System Rescue CD initial boot menu was black and white. If it was light blue, this method will not work.}}
+
 
+
The <tt>gdisk</tt> commands to create a GPT partition table are as follows. Adapt sizes as necessary, although these defaults will work for most users. Start <code>gdisk</code>:
+
 
+
<console>
+
# ##i##gdisk
+
</console>
+
 
+
Within <tt>gdisk</tt>, follow these steps:
+
 
+
'''Create a new empty partition table''' (This ''will'' erase all data on the disk when saved):
+
 
+
<console>
+
Command: ##i##o ↵
+
This option deletes all partitions and creates a new protective MBR.
+
Proceed? (Y/N): ##i##y ↵
+
</console>
+
 
+
'''Create Partition 1''' (boot):
+
 
+
<console>
+
Command: ##i##n ↵
+
Partition Number: ##i##1 ↵
+
First sector: ##i##↵
+
Last sector: ##i##+500M ↵
+
Hex Code: ##i##↵
+
</console>
+
 
+
'''Create Partition 2''' (swap):
+
 
+
<console>
+
Command: ##i##n ↵
+
Partition Number: ##i##2 ↵
+
First sector: ##i##↵
+
Last sector: ##i##+4G ↵
+
Hex Code: ##i##8200 ↵
+
</console>
+
 
+
'''Create Partition 3''' (root):
+
 
+
<console>
+
Command: ##i##n ↵
+
Partition Number: ##i##3 ↵
+
First sector: ##i##↵
+
Last sector: ##i##↵##!i## (for rest of disk)
+
Hex Code: ##i##↵
+
</console>
+
 
+
Along the way, you can type "<tt>p</tt>" and hit Enter to view your current partition table. If you make a mistake, you can type "<tt>d</tt>" to delete an existing partition that you created. When you are satisfied with your partition setup, type "<tt>w</tt>" to write your configuration to disk:
+
 
+
'''Write Partition Table To Disk''':
+
 
+
<console>
+
Command: ##i##w ↵
+
Do you want to proceed? (Y/N): ##i##Y ↵
+
</console>
+
 
+
The partition table will now be written to disk and <tt>gdisk</tt> will close.
+
 
+
Now, your GPT/GUID partitions have been created, and will show up as the following ''block devices'' under Linux:
+
 
+
* <tt>/dev/sda1</tt>, which will be used to hold the <tt>/boot</tt> filesystem,
+
* <tt>/dev/sda2</tt>, which will be used for swap space, and
+
* <tt>/dev/sda3</tt>, which will hold your root filesystem.
+
 
+
==== Creating filesystems ====
+
 
+
{{Note|This section covers both BIOS ''and'' UEFI installs. Don't skip it!}}
+
 
+
Before your newly-created partitions can be used, the block devices need to be initialized with filesystem ''metadata''. This process is known as ''creating a filesystem'' on the block devices. After filesystems are created on the block devices, they can be mounted and used to store files.
+
 
+
Let's keep this simple. Are you using old-school MBR partitions? If so, let's create an ext2 filesystem on /dev/sda1:
+
 
+
<console>
+
# ##i##mkfs.ext2 /dev/sda1
+
</console>
+
 
+
If you're using new-school GPT partitions for UEFI, you'll want to create a vfat filesystem on /dev/sda1, because this is what UEFI is able to read:
+
 
+
<console>
+
# ##i##mkfs.vfat -F 32 /dev/sda1
+
</console>
+
 
+
Now, let's create a swap partition. This partition will be used as disk-based virtual memory for your Funtoo Linux system.
+
 
+
You will not create a filesystem on your swap partition, since it is not used to store files. But it is necessary to initialize it using the <code>mkswap</code> command. Then we'll run the <code>swapon</code> command to make your newly-initialized swap space immediately active within the live CD environment, in case it is needed during the rest of the install process:
+
 
+
<console>
+
# ##i##mkswap /dev/sda2
+
# ##i##swapon /dev/sda2
+
</console>
+
 
+
Now, we need to create a root filesystem. This is where Funtoo Linux will live. We generally recommend ext4 or XFS root filesystems. If you're not sure, choose ext4. Here's how to create a root ext4 filesystem:
+
 
+
<console>
+
# ##i##mkfs.ext4 /dev/sda3
+
</console>
+
 
+
...and here's how to create an XFS root filesystem, if you choose to use XFS:
+
 
+
<console>
+
# ##i##mkfs.xfs /dev/sda3
+
</console>
+
 
+
Your filesystems (and swap) have all now been initialized, so that that can be mounted (attached to your existing directory heirarchy) and used to store files. We are ready to begin installing Funtoo Linux on these brand-new filesystems.
+
 
+
{{fancywarning|1=
+
When deploying an OpenVZ host, please use ext4 exclusively. The Parallels development team tests extensively with ext4, and modern versions of <code>openvz-rhel6-stable</code> are '''not''' compatible with XFS, and you may experience kernel bugs.
+
}}
+
 
+
==== Montando os filesystems ====
+
 
+
Monte os recem-criados filesystems como a seguir, criando <code>/mnt/funtoo</code> como ponto de montagem da instalação:
+
 
+
<console>
+
# ##i##mkdir /mnt/funtoo
+
# ##i##mount /dev/sda3 /mnt/funtoo
+
# ##i##mkdir /mnt/funtoo/boot
+
# ##i##mount /dev/sda1 /mnt/funtoo/boot
+
</console>
+
 
+
Optionally, if you have a separate filesystem for <code>/home</code> or anything else:
+
 
+
<console>
+
# ##i##mkdir /mnt/funtoo/home
+
# ##i##mount /dev/sda4 /mnt/funtoo/home
+
</console>
+
 
+
If you have <code>/tmp</code> or <code>/var/tmp</code> on a separate filesystem, be sure to change the permissions of the mount point to be globally-writeable after mounting, as follows:
+
 
+
<console>
+
# ##i##chmod 1777 /mnt/funtoo/tmp
+
</console>
+

Revision as of 00:57, January 3, 2015

Configuration et mise en place du noyau

Aucun système Funtoo Linux ne peut fonctionner sans noyau. C'est le cœur du système, son moteur. Le chargeur d'amorçage interpelle ce dernier lors du démarrage. Le noyau sert d'interface entre les composants matériels et il permet l'exécution des différentes applications installées.

Le noyau se doit d'être convenablement configuré afin de prendre en charge les unités de disque, les systèmes de fichiers, les cartes réseau, etc... Les utilisateurs expérimentés de Linux ont la possibilité de choisir un noyau à installer, le configurer et le mettre en place. En fait, c'est la façon traditionnelle d'installer un noyau quand on met en place un système bâti à partir de sources, un système tel Funtoo Linux.

Funtoo Linux a pris en considération les utilisateurs moins expérimentés, voire débutants. C'est pourquoi Funtoo Linux met à la disposition de tous un noyau de type universel. Il s'agit d'un paquet constitué de «ebuilds» qui génèrent automatiquement les modules et le fichier «initramfs» garantissant ainsi un démarrage sans faille et un système capable de conjuguer avec tous les composants matériels. Voyons comment réaliser ceci en toute simplicité et le plus facilement possible.

Les ensembles de paquets

Nous avons abordé le concept des ensembles de paquets à la section Introduction à Portage. En plus de world, il y a aussi system. Cela nous permet donc de mettre le système à jour dans son entièreté avec world ou simplement une partie de celui-ci avec system. Ce dernier ensemble ne regroupe que les paquets formant le système de base.

Le concept des ensembles de paquets ne s'arrête pas là. Nous pouvons l'étendre à d'autres paquets en créant d'autres entités du même genre. Si nous voulons que le noyau ne soit pas mis à jour en même temps que tout le système, nous créons un ensemble que nous nommerons kernel. Le nom n'est pas arbitraire.

L'ensemble Kernel

Pour créer cet ensemble, nous exécutons les commandes suivantes:

(chroot) # mkdir /etc/portage/sets
(chroot) # echo sys-kernel/debian-sources > /etc/portage/sets/kernel

Maintenant indiquons à Portage que nous voulons créer un noyau «universel» et le fichier initramfs. Nous allons installer le noyau debian-sources. Afin que Portage construise le fichier initramfs en même temps qu'il bâtit le noyau, nous utilisons un USE flag conçu à cet effet. Il se nomme binary.

(chroot) # install -d /etc/portage/package.use
(chroot) # echo "sys-kernel/debian-sources binary" >> /etc/portage/package.use/kernel
Note

Nous avons créé un répertoire package.use dans lequel nous avons déposé un fichier contenant le nom du paquet et son USE flag. Nous aurions pu le faire directement dans un fichier du même nom que le répertoire. Voir le manuel man portage.

Les USE flags sont des indicateurs qui nous donnent la possibilité de configurer les options de compilation d'un paquet selon nos besoins exacts. Vous vous familiariserez avec cette fonctionnalité au fur et à mesure que vous utiliserez Funtoo Linux. Le USE flag binary a été créé pour debian-sources ainsi que pour d'autres ebuilds de noyau afin que les nouveaux utilisateurs de Funtoo Linux aient un système opérationnel le plus facilement possible.

Mise en place du noyau

Note

Voir Funtoo Linux Kernels pour une liste complète des noyaux supportés par Funtoo Linux. Nous recommandons debian-sources aux nouveaux utilisateurs.

Important

debian-sources compilé avec le USE flag binary requiert à tout le moins 14GB d'espace libre dans /var/tmp et prend environ 1 heure à être compilé et mis en place quand la machine tourne sur un processeur Intel Core i7.

Installons le noyau:

(chroot) # emerge -1 @kernel
Important

Le paramètre -1 fait en sorte que le paquet déclaré dans l'ensemble kernel, indiqué par @kernel sur la ligne de commande, ne se retrouvera pas dans l'ensemble world. Cela permet d'effectuer la mise à jour du noyau indépendamment des autres paquets constituant le système Funtoo Linux prévenant ainsi que le noyau soit mis à jour en même temps que le système.

La mise en place d'un noyau opérationnel et fonctionnel à l'aide du USE flag binary est à la fois simple et coûteux. C'est coûteux en terme de temps de compilation. Le noyau sera configuré pour soutenir toute la quincaillerie que Linux supporte. Cela prendra beaucoup de temps sur des machines lentes. C'est la raison pour laquelle il est important que la variable MAKEOPTS soit bien initialisée dans /etc/portage/make.conf. Voir la section /etc/make.conf.